O ministro do Turismo, Celso Sabino, declarou que sua permanência no União Brasil tornou-se insustentável após ser suspenso do partido por 60 dias. Ele enfrenta um processo por infidelidade partidária, pois se recusa a deixar o governo Lula. Em entrevista, Sabino criticou a decisão do partido, que, segundo ele, foi equivocada. A intervenção nos diretórios estaduais e municipais do partido também foi destacada. A discussão sobre sua expulsão será feita nos próximos 60 dias pelo Conselho de Ética do partido, onde ele espera se defender e reunir apoio.

Celso Sabino, ministro do Turismo, afirma que sua permanência no União Brasil tornou-se insustentável após suspensão de 60 dias.
Celso Sabino, ministro do Turismo, afirmou que sua permanência no União Brasil “ficou insustentável” após ser suspenso do partido por 60 dias. Ele enfrenta um processo por infidelidade partidária, pois se recusa a deixar o governo Lula. A decisão de suspender o ministro foi considerada equivocada por ele, que destacou que a federação com o PP, ainda não oficializada, tomou a decisão de se opor ao governo e de que todos os seus filiados saíssem do governo.
Críticas à intervenção no partido
Em sua declaração, Sabino lamentou a situação, afirmando que sua permanência no partido se tornou insustentável. Ele acredita que a intervenção no diretório estadual foi excessiva e que sua trajetória política no União Brasil chegou ao fim. Além disso, foi informado que ele foi afastado da presidência do diretório do Pará e que novas indicações para os cargos nos diretórios municipais devem acontecer em até 20 dias.
Consequências da suspensão
Com a suspensão, Sabino perde o cargo de presidente estadual, que lhe permitia nomear aliados e gerir o fundo partidário. Ele também não poderá votar nas decisões do partido e não participará da escolha de candidatos para o próximo ano. A expulsão de Sabino será discutida pelo Conselho de Ética nos próximos 60 dias, onde ele planeja apresentar sua defesa.
Processo de expulsão
Durante o período, a defesa de Sabino poderá argumentar a favor da manutenção de seu cargo e tentar reunir votos a favor dele. Para que a expulsão ocorra, é necessário o apoio de 3/5 dos integrantes da Executiva Nacional do União Brasil, o que equivale a 13 membros. O ministro afirmou que se defenderá de maneira aberta e confiante, reiterando que não fez nada que justificasse uma expulsão.








