A direção nacional do União Brasil se reunirá na manhã desta quarta-feira (8) para discutir a expulsão do ministro do Turismo, Celso Sabino. O processo, aberto no último dia 30, alega que Sabino desrespeitou orientações da sigla, incluindo o prazo para a entrega de cargos no governo Lula. O relator do caso, deputado Fabio Schiochet, espera que a cúpula decida pela expulsão definitiva, e não apenas cautelar. Sabino, que até anunciou sua demissão, ainda participa de compromissos oficiais e é apoiado por aliados. A expectativa é que ele se manifeste nesta semana sobre sua situação.

O União Brasil pode expulsar o ministro do Turismo, Celso Sabino, por desrespeito a orientações partidárias. O processo será analisado nesta quarta-feira (8).
A direção nacional do União Brasil deve se reunir na manhã desta quarta-feira (8) para analisar um processo disciplinar que pode levar à expulsão do ministro do Turismo, Celso Sabino, da sigla. Essa medida surge após a acusação de que Sabino desrespeitou orientações partidárias, incluindo um ultimato para a entrega de cargos no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Detalhes do processo
O procedimento disciplinar foi aberto no último dia 30, após uma denúncia apresentada à direção do partido em 29 de setembro. Correligionários argumentam que Sabino não cumpriu o prazo estipulado pela sigla, que exigia a saída de filiados dos cargos na gestão Lula até 19 de setembro. O relator do caso, deputado Fabio Schiochet, afirmou que a expectativa é que a cúpula do partido discuta a expulsão definitiva de Sabino.
Reação do ministro
Celso Sabino, que já havia anunciado sua demissão em 26 de setembro, ainda não deixou o ministério, participando de compromissos com Lula e afirmando que apoiará o petista independentemente do cenário político. Aliados de Sabino indicam que ele pode estar se posicionando para permanecer no cargo, desafiando as determinações do partido.
Impactos potenciais
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, um dos críticos da postura de Sabino, defende sua expulsão. Caso isso ocorra, segundo a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a expulsão não resultará na perda do mandato de deputado federal de Sabino, que poderá se filiar a outra sigla. A reunião de quarta-feira também poderá discutir a dissolução do escritório estadual do União Brasil no Pará, atualmente sob a liderança de Sabino.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com








