O presidente Lula (PT) celebrou a aprovação, pela Câmara dos Deputados, do projeto que eleva a isenção do Imposto de Renda de R$ 3.036 para R$ 5.000. A proposta, aprovada por 493 votos a zero, segue agora para o Senado. Lula destacou a importância da medida na luta contra a desigualdade. A isenção beneficiará cerca de 16 milhões de brasileiros e é uma das principais pautas da gestão petista. A expectativa é que, se aprovada no Senado, a alteração comece a valer em 1º de janeiro de 2026.

O presidente Lula comemorou a aprovação da isenção do Imposto de Renda pela Câmara, que agora segue para o Senado.
O presidente Lula (PT) comemorou a aprovação, pela Câmara, do projeto de lei que amplia de R$ 3.036 para R$ 5.000 a faixa de isenção do Imposto de Renda. A proposta foi aprovada por 493 votos a zero e segue agora para o Senado. Lula qualificou a aprovação como “uma vitória em favor da justiça tributária e do combate à desigualdade no Brasil”.
Importância da isenção do IR
A proposta representa um passo histórico na construção de um Brasil mais justo, segundo Lula, que afirmou: “Ao aprovar projeto encaminhado pelo nosso governo de zerar o imposto de renda de quem ganha até R$ 5.000 por mês e reduzir a cobrança de quem recebe até R$ 7.350, a partir de uma contribuição mínima dos muito ricos.”
Apoio e tramitação
Lula agradeceu o presidente da Câmara dos Deputados e o relator da proposta, Hugo Motta e Arthur Lira, respectivamente. A proposta, que passou pela comissão especial em julho, deverá contar com amplo apoio no Senado, segundo o presidente. Se aprovada, entrará em vigor em 1º de janeiro de 2026.
Benefícios e impactos
Com a nova faixa de isenção, a medida beneficiará cerca de 16 milhões de brasileiros. O projeto, que tem grande apelo nas bases eleitorais, deverá ser uma das principais pautas do governo nos próximos anos, especialmente em 2026, visando a reeleição de Lula. O relator Arthur Lira fez ajustes que ampliaram os benefícios, aumentando o teto de isenção parcial para quem ganha até R$ 7.350, beneficiando 500 mil contribuintes adicionais.








