Luís Curro reflete sobre a cavadinha nas cobranças de pênalti, ressaltando o risco que essa técnica acarreta, especialmente após o erro do atacante Yuri Alberto em um jogo do Campeonato Brasileiro contra o Flamengo. O texto analisa a história de erros e acertos nesse estilo de cobrança, enfatizando que a estratégia pode ser mais arriscada do que vantajosa e que a escolha por um chute forte e preciso é geralmente a melhor opção.

A cavadinha em cobranças de pênalti pode ser um risco desnecessário, especialmente em jogos importantes.
Na última partida entre Corinthians e Flamengo, realizada em Itaquera no domingo (28), o atacante Yuri Alberto desperdiçou uma cobrança de pênalti ao optar pela cavadinha, resultando em uma defesa fácil do goleiro argentino Rossi. Essa estratégia, que busca enganar o goleiro, pode se mostrar arriscada, especialmente em jogos decisivos. Neste artigo, vamos explorar o uso da cavadinha e por que ela pode ser considerada uma opção arriscada para batedores de pênaltis.
O que é a cavadinha?
A cavadinha é um estilo de cobrança de pênalti em que o jogador toca a bola de forma sutil, fazendo-a subir e cair no centro do gol. Embora tenha seu charme e possa humilhar o goleiro se executada com sucesso, o risco de falha é alto. O erro de Yuri Alberto é um exemplo claro do que pode acontecer quando essa técnica não funciona; a cobrança fraca foi facilmente defendida, e o jogador ficou sob a mira da torcida.
A história dos erros
Historicamente, vários jogadores já falharam ao tentar essa técnica, incluindo Memphis Depay e Alexandre Pato, que também erraram cobranças de pênalti com cavadinha em situações críticas. Enquanto alguns jogadores, como ‘Loco’ Abreu e Zidane, conseguiram se destacar com essa abordagem, a probabilidade de erro é significativa e, em muitos casos, pode custar caro para o time.
A taxa de sucesso
Pesquisas indicam que a taxa de sucesso da cavadinha é até 5 pontos percentuais inferior à de cobranças feitas com chutes mais fortes e direcionados. Diante disso, a escolha por um chute firme e seguro parece ser a estratégia mais sensata para minimizar os riscos e garantir a conversão do pênalti.
Conclusão
Assim, a cavadinha, embora possa ser uma jogada ousada e surpreendente, se revela um risco desnecessário em situações críticas. Para os batedores, a recomendação é clara: evitem esse tipo de cobrança e optem por um chute potente e bem colocado, aumentando suas chances de sucesso.
Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br








